Iniciar na animação costuma ser um processo cheio de descobertas, inseguranças e, claro, muita experimentação.
Para Guilherme Francisco, esse caminho começou ainda na faculdade, quando teve seu primeiro contato com a Toon Boom. Alguns anos depois, a ferramenta que antes parecia complexa se tornou o centro da sua formação e da sua transição para o mercado.
Hoje, Guilherme segue estudando, aprimorando seu workflow e se profissionalizando com cursos especializados. Conversamos com ele sobre sua jornada, seus desafios e o que realmente mudou quando mergulhou na Toon Boom de forma aprofundada.
Da faculdade ao mercado: o início da jornada
“Eu comecei a aprender animação entre 2019 e 2020, e foi meu primeiro contato com a Toon Boom”, conta.
Na época, a experiência foi breve: uma introdução no primeiro semestre da faculdade, sem aprofundamento técnico.
Com o tempo, percebeu que precisava ir além.
Foi quando decidiu se matricular em um curso especializado:
“Anos depois, quando fui fazer o curso com a Split Academia, foi aí que realmente me aprofundei na Toon Boom.”
Desde então, ele seguiu estudando por meio de cursos online e treinamentos práticos, buscando entrar de vez no mercado profissional.
Conheça sobre a Split Academia
A Split Academia integra a Instituto de Inovação Split, iniciativa vinculada à Split Studio, com foco na ampliação do acesso à formação em arte, animação e tecnologia. A proposta da academia é oferecer experiências educacionais que vão além do aprendizado técnico, conectando formação criativa e desenvolvimento profissional no setor de animação.
A Split Studio atua há anos na produção de animação, com participação em projetos nacionais e internacionais, acumulando prêmios e reconhecimento no mercado criativo.
Primeiro contato com a Toon Boom:
Guilherme ri ao lembrar da sensação inicial ao abrir o software:
“Assusta, né? Aqueles milhares de janelas… você fica meio em choque. Mas depois que entende direitinho como funciona, tudo começa a fazer sentido.”
Ele destaca que o primeiro grande desafio é a Node View, considerada por muitos iniciantes como a parte mais complexa do programa.
“Depois que você aprende a Node View, fica tudo muito mais fácil de mexer no programa.”
O que mais surpreendeu na Toon Boom
A resposta é imediata: a lógica dos nodes.
Para Guilherme, esse foi o ponto de virada no entendimento do software.
“Quando você entende como os nodes funcionam, o cutter, como cada coisa é construída ali, o trabalho simplesmente flui muito melhor.”
Segundo ele, dominar a estrutura nodal da Toon Boom não é apenas aprender uma ferramenta, mas compreender o coração do software.
Essa lógica modular transformou seu processo de criação e se tornou um divisor de águas na sua jornada de aprendizado.
Aprendizado prático: da timeline ao workflow profissional
Na faculdade, Guilherme sentia que o ensino era superficial:
“Eles ensinavam só a timeline e a câmera. Mas foi no curso que melhorei de verdade.”
A diferença, segundo ele, foram os exercícios, os projetos e, principalmente, o foco no workflow de mercado.
“O workflow que o Luiz ensina no curso é como realmente funciona dentro do mercado de trabalho.”
“Aprendi a pensar como um animador profissional”
Para Guilherme, não há dúvidas sobre o impacto da formação:
“Com certeza. A Toon Boom é o melhor software do mercado. Entender como ele funciona te prepara para fazer qualquer animação.”
Essa visão reforça a importância de ferramentas que acompanham padrões internacionais utilizados por estúdios e produções profissionais.
Estudar em um Centro Autorizado Toon Boom: o diferencial
Guilherme destaca não apenas o conteúdo, mas também o suporte e a comunidade:
“Tem o apoio do Luiz, sempre ajudando nos exercícios e dando dicas. Além disso, você conhece pessoas da área, que têm o mesmo interesse. Acho que tudo flui por causa disso.”
Projetos favoritos: da base técnica ao acting avançado
Entre os trabalhos realizados ao longo do curso, dois exercícios ganharam destaque na trajetória de Guilherme.
O primeiro foi o clássico bouncing balls, fundamental para desenvolver noções de tempo, peso e fluidez, pilares da animação 2D.
O segundo foi a cena final de acting, realizada com o rig da personagem Pera, mascote da Split, que permitiu explorar nuances de personalidade, emoção e expressão.
“Ficou bem legal, gostei pra caramba do resultado.”
Para ele, esses projetos mostraram claramente sua evolução técnica e artística dentro da Toon Boom.
Ferramentas favoritas no Toon Boom
Quando perguntado sobre o que mais gosta de usar, Guilherme destaca:
“Eu uso bastante as pegs, que são muito normais de usar e ajudam pra caramba quando a gente quer estilizar a animação, dar uma exagerada.”
A liberdade criativa proporcionada pelas pegs e pelas possibilidades de deformação dá fluidez às suas cenas.
O futuro na animação
Com base sólida e domínio crescente Da Toon Boom, Guilherme segue aprimorando seu portfólio e ampliando suas oportunidades no mercado.
Sua jornada mostra como o aprofundamento técnico, quando orientado por profissionais e alinhado às exigências da indústria, transforma não apenas habilidades, mas também a forma de pensar animação.
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